EFTA-MERCOSUL: mais espaço para empresas brasileiras e sul-americanas
- admin56197
- 26 de set. de 2025
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O Acordo de Livre Comércio entre o MERCOSUL e a EFTA (Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein) traz impactos que vão além dos governos: ele abre caminhos concretos para empresas, de grandes corporações a pequenas e médias empresas (PMEs).
Um dos maiores diferenciais do acordo é a redução de tarifas sobre uma ampla gama de bens industriais e agrícolas. Isso significa que setores como máquinas, produtos químicos, farmacêuticos, carnes e alimentos processados poderão entrar nos mercados da EFTA com custos menores, aumentando a competitividade das empresas brasileiras.
Outro ponto central é a segurança jurídica. O tratado estabelece regras claras sobre barreiras técnicas, medidas sanitárias e fitossanitárias, compras governamentais e propriedade intelectual. Essa previsibilidade reduz riscos e dá mais confiança para que empresários invistam em expandir suas operações para mercados exigentes e de alto valor agregado.
Para as PMEs, que frequentemente enfrentam maiores obstáculos para exportar, o acordo pode ser transformador. Ele prevê certificação de origem simplificada, em alguns casos até por autocertificação, além da redução de burocracias que encarecem e atrasam negócios. Isso aumenta as chances de integração dessas empresas às cadeias globais de valor, conectando-as com multinacionais europeias que buscam fornecedores confiáveis.
Não menos importante, a abertura de mercado vem acompanhada de oportunidades de atração de investimentos. Países como Suíça e Noruega são reconhecidos por altos níveis de inovação e investimentos no exterior. Ao se tornar parceiro preferencial desses mercados, o Brasil pode atrair não apenas novos compradores, mas também investidores dispostos a estabelecer parcerias e ampliar produção local.
Em resumo: O EFTA-MERCOSUL cria um cenário em que empresas brasileiras podem ganhar escala internacional, inovar e fortalecer sua presença global.

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